CPA- Comissão Própria de Avaliação

Apresentação

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Membros

DOCENTES:

Profª Carla Agostini (coordenadora)

Prof. Caio Rodrigues do Vale

TÉCNICOS-ADMINISTRATIVOS:

Samantha Silva e Lima

Josiane Beatriz Borges

DISCENTES:

Micheline Santana Palheiros
Júlia Maria Martins Santiago

MEMBROS DA SOCIEDADE CIVIL:

Rodrigo de Oliveira Borges

Rodrigo Augusto Teixeira Braga

PORTARIA 151

PORTARIA 184

PORTARIA 201

A Comissão Própria de Avaliação ou CPA é um comitê formado por representantes do corpo discente e docente, funcionários técnico-administrativos e representantes da sociedade civil, com o propósito de coordenar os processos internos para coleta de dados das diferentes dimensões do trabalho no centro universitário, sistematizar e analisar as informações para subsidiar as ações gestoras da instituição. Com isso, a comissão promove um ambiente de permanente avaliação visando a melhoria da qualidade das atividades acadêmicas.

A avaliação institucional interna (autoavaliação) está inserida no contexto do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) que, instituído pela Lei nº 10.861 de 14 de abril de 2004 tem, entre suas finalidades, a melhoria da qualidade da educação superior e a expansão da sua oferta.

De acordo com o disposto no inciso VIII do Art. 3º, da Lei do Sinaes, o “planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional” devem ser considerados nas ações de avaliação e de desenvolvimento institucional.

A Avaliação Interna é um processo contínuo, cíclico e autônomo que promove um autoconhecimento da instituição sobre sua realidade. Para tanto, analisa coletivamente os significados das informações coletadas, identifica fragilidades e potencialidades do processo organizativo e busca estratégias de enfrentamento e superação de problemas. Esse processo é realizado com o apoio da gestão acadêmica e administrativa. O trabalho de autoavaliação institucional é indispensável para o aperfeiçoamento, crescimento, criação e manutenção da vida acadêmica e administrativa. É, portanto, um instrumento relevante para repensar objetivos e modelos de atuação para a formação dos futuros profissionais cidadãos.

Nesse contexto, a CPA/UNIPTAN e a IES estão atuando em todas as alterações trazidas pelo novo marco regulatório, e, com isso, já se colocam a planejar as ações futuras e a executar outras de imediato, considerando que a autoavaliação deve partir de uma análise crítica permanente e contínua da IES como um todo. Em tempos de mudanças, estas não podem ser negligenciadas.

Então, impõe-se avaliar o UNIPTAN em sua estruturação e dinâmica, conforme se inferi da análise da referida Lei Federal, art. 3º e seus incisos, bem como da Nota Técnica emanada do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) via Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) que, por intermédio da Diretoria de Avaliação da Educação Superior, editou e publicou a Nota Técnica (DAES) INEP/DAES/CONAES nº 65 (NT65).

Assim, segundo a NT65 devem ser focalizados 5 eixos fundamentais por dentre os quais se dividem as 10 Dimensões estabelecidas na Lei Federal em questão, correspondendo cada uma delas a um dos incisos do art. 3º:

Eixo 1 – Planejamento e Avaliação Institucional, cuja dimensão pertinente é a estabelecida no inciso VIII – “planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional”;

Eixo 2 – Desenvolvimento Institucional, que abrange as dimensões estabelecidas nos incisos I e III, respectivamente, “missão e o plano de desenvolvimento institucional” e “responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural”;

Eixo 3 – Políticas Acadêmicas, compreendendo as dimensões descritas nos incisos II, IV e IX, quais sejam: “a política para o ensino, a pesquisa, a pósgraduação, a extensão e as respectivas formas de operacionalização, incluídos procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades”, “a comunicação com a sociedade;” e “políticas de atendimento aos estudantes”;

Eixo 4 – Políticas de Gestão, envolvendo as dimensões inscritas nos incisos V, VI e X: “as políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho”, “organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios” e “sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior”;

Eixo 5 – Infraestrutura Física, correspondendo à dimensão descrita no inciso VII, “infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação”.

A CPA/UNIPTAN já deixa assinalado que os resultados obtidos são analisados também com o olhar do novo marco regulatório, o que auxilia no aperfeiçoamento de suas ações e planejamentos, no caminho do que já ocorre, também, com a IES.